De acordo com o  Institute for Management Development (IMD), as Smart Cities são metrópoles caracterizadas pela sua eficiência, em termos de acessos e comunicação, inclusão social e consciência ambiental, graças ao recurso de tecnologias digitais e DATA. São estas tecnologias digitais que ajudam a que as smart cities forneçam melhores serviços na cidade, tanto para cidadãos como para negócios, que pode ir desde eletricidade, parqueamento público, gestão do trânsito até comunicação Out-of-Home (OOH). Em suma, as smart cities visam criar uma área urbana capaz de responder às necessidades dos cidadãos, resolver problemas públicos e alcançar uma melhor e maior qualidade de vida para as populações.

Em Portugal, sob uma perspetiva das implementações governamentais, cumpridas até à data, que visam tornar as cidades do país em smart cities, temos Lisboa como a metrópole a entrar no ranking de 109 países, na 75º posição. Segundo o Smart City Index 2020, as cidades que lideraram o pódio foram Singapura, Helsínquia e Zurique:
  • 1º lugar: Singapura apresenta uma mudança percentual de “0”, comparativamente com 2019, mantendo a sua avaliação AAA como smart city;
  • 2º lugar: Helsínquia apresenta uma mudança de “+6”, comparativamente a 2019, passando a uma avaliação AA;
  • 3º lugar: Zurique caiu em termos de ranking, passando a ter uma avaliação AA, em comparação com 2019, quando conseguiu atingir a cotação máxima (AAA).

Lisboa, uma cidade com 2.884,000 habitantes, apresentou uma avaliação de score CCC, igual à obtida em 2019, tendo, contudo, uma mudança percentual de “+1”. O Smart City Index 2020, classificou as cidades com base nos seus dados económicos, tecnológicos e através da opinião dos habitantes das metrópoles, que responderam quão “smart” é o lugar onde habitam.

Segundo a McKinsey & Company, as smart cities visam implementar soluções inteligentes para a melhoria de vários aspetos na qualidade de vida de uma cidade:
  • Segurança
  • Custo de vida
  • Emprego
  • Tempo
  • Saúde
  • Ambiente
  • Comunicação e Conexão
É neste último ponto que nos vamos focar a seguir.

Smart Cities: as características OOH essenciais numa cidade do futuro

Segundo a Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE), as smart cities devem apresentar um carácter inovador, com o recurso a Tecnologias de informação e comunicação, de modo que garantir a melhoria de qualidade de vida, a eficiência de serviços urbanos, de operações e competitividade, ao mesmo tempo que cumprem com as necessidades das gerações presentes e futuras, no que diz respeito aos aspetos económicos, sociais, ambientais e culturais.

Por outras palavras, as smart cities estão centradas na necessidade de utilização de múltiplos tipos de tecnologia (e.g. energia smart, como por exemplo LEDs de baixa potência, painéis solares e monitorização do consumo de energia; e suporte IoTl, com o recurso de sensores e troca de informações em tempo real), em paralelo com uma consciencialização ambiental. Só assim um fluxo urbano pode ser garantindo, o que permite que a cidade possa comunicar e interagir com seus cidadãos, de forma real, emocional e personalizada.

O mercado global de comunicação OOH está, a cada ano que passa, a criar sinergias muito próximas com as características defendidas pelas smart cities. Ou seja, os métodos de comunicação estão a tornar-se 100% sustentáveis e digitais. Sabe-se que em 2020, a comunicação OOH, com recurso à digitalização alcançou 34.40 biliões de euros, onde se denotou um aumento do recurso a conectividade IoT, comunicação por campo de proximidade e inteligência artificial (IA). Estima-se que este aumento chega aos 42.25 biliões de euros em 2026, com uma taxa de crescimento anual composta de 3.58%.

Smart Cities, a pensar no ambiente

A sustentabilidade continua a ser um objetivo a longo prazo de muitos dos projetos de smart cities, existentes atualmente. A comunicação OOH nunca deve comprometer o impacto ambiental reduzido que uma marca deve ter, quando decide promover um produto ou serviço. Assim, o recurso a estes fatores deve ser imperativo:
  • Energia smart, que se traduz na utilização de painéis solares para gerar energia elétrica renovável, ou LED’s de baixa potência energética;
  • Recurso a equipamentos de comunicação OOH certificados pelo PEFC (Programme of the Endorsement of Forest Certification), como por exemplo papel 100% reciclável e lonas produzidas com material sustentável.

A interação expande-se na comunicação OOH das Smart Cities

Nas smart cities, a indústria de OOH tem como principal preocupação atribuir um crescente espírito de conexão e interação entre as marcas e a população de consumo. Para tal, é necessário assegurar que a comunicação é:
  • Vista como relevante e insubstituível para o consumidor;
  • Transmitida no local e no momento certo, bem como ao nicho de consumidores mais indicado;
  • Baseada num aproveitamento de data central, sobre os consumidores, que pode ser conectada, armazenada e executada, através da interatividade de sistemas IoT (e.g. WiFi, Bluetooth, Internet, Ethernet, entre outros);
  • Feita através de mobiliário OOH conectado à Internet, ou a outros equipamentos, de forma a incentivar a interação do consumidor e estimular a uma mais inteligente tomada de decisão, face ao produto ou serviço anunciado pela marca.

Sistemas tecnológicos como sensores, dispositivos áudio, Inteligência Artificial (IA), reconhecimento facial e detetor de emoções através de meios 3D, são alguns dos exemplos de comunicação OOH altamente interativa, em smart cities.

JCDecaux: rumo ao futuro chamado “Smart Cities”

O futuro das smart cities constitui-se por uma comunicação OOH amplamente tecnológica, consciente e focada num acompanhamento de uma população em crescimento e tecnologicamente ativa.

Na JCDecaux Portugal incentivamos que a sua marca caminhe para uma comunicação amplamente inteligente, onde o seu produto ou serviço é partilhado através de um mobiliário urbano inovador e totalmente adaptado por uma metrópole smart.

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